terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Companheiros na luta participando da mudanção .

A Revista Imprensa está realizando uma enquete sobre a Confecom com a seguinte pergunta:

Você acredita que a realização da Confecom terá algum impacto no cenário da Comunicação no Brasil?

Até agora o NÃO está vencendo.

Participe, acesse www.portalimprensa.com.br vamos dar um SIM bem grande para o futuro.

Contribuição Alvaro Britto

Comissão Rio de Conferência
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terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Anistia e reparação para as rádios comunitárias é aprovada pela CONFECOM .

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domingo, 27 de dezembro de 2009

Veja video sobre Rádios Comunitárias

http://www.tvbrasil.ebc.com.br/reporterbrasil/video/1285/ 
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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Conheça o Ofício que garante a grande vitória da Abraço Nacional na Conferência Nacional de Comunicação e Brasilia

Ofício asinado. ( Vitória do Movimento )
Clik na documento pra ver melhor .

Com uma delegação de quase 115 pessoas, a Abraço deu o tom do encontro, apoiando a vaiando quando preciso, foi assim com o Ministro Hélio costa e também com o Presidente LULA quando falou das Rádios Comunitárias , fazendo um discursso que não agradou os delegados representantes do Movimento de Rádios Comunitárias e muitos simpatizantes, porem em um encontro não esperando os  acessores da presidencia convoca os dirigentes da Abraço Nacional e cobra dele a lista de reevindicações do MOVIMENTO,

José Sóter, Josué  e outros entregaram a lista de reevindicações aprovada na 1º seminário livre de Rádios Comunitáras resalizada em Brasilia no mes de outubro ultimo  à as mãos dos tres representantes do ( Ministério da Comunicções - Secretaria de  Comunicaçõa Social e Secretária Social da Presidencia da Republica ) onde foi  fechado um acordo de aceitas  reenvidicações de nossa  entidade .

Conheça o documento assinado pelos representantes do Governo Federal.

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Sempre na luta pela verdadeira  Rádio Comunitaria.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Confecom termina com 672 propostas aprovadas .

Por Robert Galbraith, de Brasília  Publicado 17 de Dezembro de 2009

Além das 601 aprovadas diretamente nos grupos de trabalho, mais 71 conseguiram aprovação na tarde desta quinta-feira, na plenária final
A 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) se encerrou no final da tarde desta quinta-feira, 17, com a aprovação de mais 71 propostas na plenária final, totalizando assim 672 que serão incluídas no documento final do evento.

Os 1.684 delegados dos três segmentos envolvidos - sociedade civil, sociedade civil empresarial e poder público - avaliaram ao longo dessa semana cerca de 1,5 mil propostas divididos em 15 Grupos de Trabalho cujas reuniões ocorreram nos últimso dois dias.

Todas aquelas que haviam obtido mais 80% dos votos do grupo conseguiram aprovação direta (601); e cerca de 100 daquelas que alcançaram 30% a 80% foram para votação na plenária final.

Sempre na luta pela verdadeira  Rádio Comunitaria.

Conferência Nacional de Comunicação termina com propostas que ameaçam a liberdade de imprensa: Afirma a Abert.

Conferência Nacional de Comunicação termina com propostas que ameaçam a liberdade de imprensa

Terminou no final da tarde desta quinta-feira, em Brasília, a I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom). Organizado pelo governo federal, o evento reuniu durante quatro dias 1,6 mil delegados representantes de movimentos sociais, governos e setor privado.

Os participantes discutiram 1,5 mil propostas, aprovaram mais de 500 por consenso, em grupos temáticos e, finalmente, 69 em plenário. Reunidas em um documento final, elas serão encaminhadas ao governo federal e ao Congresso Nacional.

A maioria das propostas atenta contra princípios constitucionais como a liberdade de imprensa e a livre iniciativa.

Uma das mais polêmicas é a que propõe a criação do Conselho Nacional de Jornalismo (CNJ), com atribuições de fiscalização sobre a atividade. A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) já havia tentado aprovar a instituição do conselho durante o primeiro governo Lula, porém, a proposta acabou rechaçada.

Na mesma intenção de impor o controle social da mídia, além do CNJ, os participantes defenderam a criação de um Conselho de Comunicação em nível federal, estadual e municipal, para regular conteúdo, políticas de concessões e mecanismos de distribuição.

Para o diretor-geral da Abert, Luís Roberto Antonik, desde o início, setores que organiz aram a conferência pretendiam estabelecer formas de controle social da mídia, de restrição à liberdade de expressão, ao direito à informação e à livre iniciativa. "Nossa apreensão inicial se confirmou diante das propostas aprovadas na Confecom que, em sua maioria, impõem modelos que não interessam à sociedade brasileira", afirma.
Para Antonik, o país precisa de um debate amplo sobre o futuro das comunicações num cenário novo de convergência tecnológica e de digitalização das mídias. "Mas, ao contrário, esses setores optaram por discutir o passado, com claro viés ideológico", disse.

Um outro exemplo disso foi a aprovação de uma nova Lei de Imprensa, quando este ano o Supremo Tribunal Federal (STF) revogou a legislação imposta pelo regime militar por considerá-la ultrapassada.
Os participantes da Confecom ainda defenderam a anistia a comunicadores processados ou punidos por operar rádios ilegais; mecanismos de fisc alização, "com controle social e participação popular, do financiamento, das obrigações fiscais e trabalhistas das emissoras, de conteúdos de promoção de cidadania"; e reserva de 10% das horas veiculadas de programação de rádio e televisão abertas e por assinatura para conteúdo educativo, cultural, informativo e artístico.

A Conferência não teve a participação de seis entidades empresariais que representam os principais veículos de comunicação do país. A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), a Associação Brasileira de Internet, a Associação Brasileira de TV por Assinatura, a Associação de Jornais e Revistas do Interior do Brasil, a Associação Nacional dos Editores de Revistas e a Associação Nacional de Jornais decidiram se retirar em agosto deste ano da organização do evento por considerar que as propostas defendidas por outros participantes desrespeitavam princípios constitucionais.

Assessoria de Comunicação da Abert


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Confecom termina em clima positivo e novas perspectivas para a comunicação .

Publicado em: 18/12/2009 
 Por Pamela Forti/Redação Revista IMPRENSA, em Brasília (DF)

Depois de quatro dias de intensos debates, a 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), realizada de 14 a 17/12, em Brasília (DF),  chega a seu último dia em clima de otimismo. A maior parte dos envolvidos considerou a realização da conferência como uma grande vitória no processo de democratização das comunicações. "Eu acredito que essa conferência superou todas as expectativas possíveis daquilo que a gente pensava durante a construção dos processos, a dificuldade organizativa, o setor empresarial... não tinha tido até então um experiência de um debate público, político, mais aberto", declarou Rosane Bertotti, secretária nacional de comunicação da Central Única dos Trabalhadores (CUT).
O evento pode ser considerado revolucionário no que diz respeito ao pluralismo, por ter aproximado três segmentos tradicionalmente distantes - a sociedade civil, o empresariado e o poder público - em um amplo debate.
Superados os problemas estruturais acontecidos no início, as teses sugeridas foram discutidas e votadas, devendo servir como base para novas diretrizes no setor da comunicação. Agora, o relatório final deve ser encaminhado às autoridades para que, eventualmente, possam ser transformados em Projetos de Lei. "O congresso representa a sociedade civil. Se você tem uma quantidade grande de cidadãos conscientes disso e mobilizados para mudanças, você há de convir que o Congresso vai ter de se sensibilizar", opina a deputada Luíza Erundina, uma das idealizadores da conferência.
O evento tocou em questões sensíveis ao mercado de comunicação, como Conselho Nacional de Jornalismo e a criação de um código de ética profissional, e também quanto à concessão de emissoras a políticos em cargos eletivos.
A expectativa dos envolvidos é de que os frutos da Confecom alterem a maneira de pensar e de tratar as comunicações no país, dada a amplitude das discussões, que devem ser levadas às plataformas eleitorais no próximo ano.

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